“Governo deve ser acionado a responder sobre usinas do Madeira perante corte internacional”
O governo brasileiro, por meio da Advocacia Geral da União (AGU), e a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sulamericana (IIRSA) devem ser acionados para dar respostas sobre as usinas hidrelétricas do rio Madeira em uma corte internacional, na opinião os ambientalistas Rodrigo Siqueira e Luis Carlos Maretto, da Associação Etno-Ambiental Kanindé.
Em carta aberta, bispos do Pará e Amapá condenam os empreendimentos devastadores do PAC
Nós, bispos do Pará e Amapá, coordenadores de pastoral e representantes dos organismos e pastorais que compõem o Regional Norte II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos em Belém na 32ª Assembléia de Pastoral Regional nos dias 26 a 28 de agosto de 2009, refletimos sobre as CEBs: Comunidade de Vida e Missão.
Apresentam o Relatório de Impacto Ambiental da Hidrelétrica Belo Monte, na bacia do rio Xingu
A construção de uma usina hidrelétrica é uma decisão muito importante, que precisa ser bem estudada. É necessário ouvir o poder público, o órgão ambiental, os moradores da região, as entidades e representantes da sociedade civil.
Polo Siderúrgico amenaza la vida de comunidad de pescadores
Los graves daños ambientales provocados por la obra amenazan ahora la vida de cerca de ocho mil familias de pescadores que viven en el lugar.
Miles de peces mueren por obras sobre río Madeira
La construcción de las polémicas represas sobre el río Madeira, con afectaciones en territorios de Bolivia y Brasil, sigue dando que hablar. En el marco de las obras de las usinas de Santo Antonio se registró la muerte de miles de peces por falta de oxigenación, y las tareas de contingencia para evitar males mayores resultaron un rotundo fracaso. La denuncia fue realizada por el Movimiento de Afectados por Represas (MAB por sus siglas en portugués), una de las organizaciones sociales más representativas de Brasil.
Ações contra o PAC crescem 50% em 5 meses
O governo decidiu adotar uma nova estratégia para agilizar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e está realizando sessões de conciliação com quem ingressa com ações na Justiça para impedir a continuidade dos empreendimentos.
Obra do Madeira esbarra em tribos indígenas
Há três semanas, máquinas do consórcio Madeira Energia iniciaram as obras para a construção da hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, um dos principais empreendimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mas a obra, orçada em cerca de R$ 10 bilhões e considerada essencial para se evitarem apagões, pode esbarrar em um problema de cunho antropológico e até sofrer atrasos. Relatório interno da Fundação Nacional do Índio (Funai) obtido pelo GLOBO aponta referências a, pelo menos, cinco grupos de índios isolados na área de abrangência da usina.
Uma nota em favor dos Ameaçados pelo Complexo Madeira
A Campanha Popular Viva o Rio Madeira Vivo, composta por dezenas de entidades e pessoas comprometidas com a Justiça em Defesa dos Direitos Humanos, por uma Amazônia Sustentável, pelos Rios Livres de Barragens, da qual participam os segmentos sociais (indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pequenos agricultores, extrativistas e tantos outros) desta vasta região ameaçada pelas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, partes do Complexo Madeira, vem a público externar sua consternação com a violação dos direitos humanos ratificados pelo Governo Brasileiro na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que reza pela proteção integral da vida das populações tradicionais ameaçadas por empreendimentos altamente impactantes negativamente em suas vidas.
Ambientalistas questionam mudanças no projeto vencedor da usina de Jirau
A vitória da Suez Energy no leilão de Jirau suscitou dúvidas e preocupações nos ambientalistas de Rondônia, “Diante da possibilidade de mudanças, ficamos cheios de interrogações”, afirmou Iremar Antônio Ferreira, um dos coordenadores do movimento Viva o Rio Madeira Vivo.


