Atingidos pelas barragens de jirau cobram os seus direitos
Depois de uma rodada de conversas com a comunidade de Mutum Paraná e nas comunidades vizinhas atingidas pela barragem de jirau, em Rondônia. Ocorreu uma Assembléia para discutir a pauta de reivindicações para ser apresentada ao consórcio energia sustentável do Brasil (Enersus –GDF Suez).
Atingidos pelas barragens do Rio Madeira cobram direito ao reassentamento
Cerca de 300 famílias discutiram sobre os direitos dos atingidos na comunidade Joana D’Arc. Eles reivindicam o direito ao reassentamento e pleiteiam um plano de desenvolvimento local. As famílias reunidas ainda resistem à retirada forçada pela empresa Odebrecht, dona da barragem, que vem fornecendo apenas a carta de crédito (um valor em dinheiro) ou agrovilas urbanas, sem local de produção.
Rio Madeira: Denúncian na OEA as hidrelétricas Santo Antônio e Jirau
Ao contrariar frontalmente as aspirações e os direitos das comunidades afetadas e dos povos indígenas da Amazônia, das organizações ambientalistas e dos movimentos sociais, o Complexo Hidrelétrico do rio Madeira está criando um sério precedente que abrirá as portas para outros grandes projetos estruturantes na América do Sul que poderão exaurir os recursos naturais necessários à sobrevivência dos povos amazônicos.
Para manter a riqueza desse patrimônio biológico e das culturas imemoriais das comunidades e dos povos indígenas há a necessidade de ações coordenadas, harmônicas e integradas dos governos dos países americanos e a intervenção de instâncias internacionais como a dessa Comissão, para fazer valer os princípios que norteiam os direitos humanos.
Ambientalistas questionam mudanças no projeto vencedor da usina de Jirau
A vitória da Suez Energy no leilão de Jirau suscitou dúvidas e preocupações nos ambientalistas de Rondônia, “Diante da possibilidade de mudanças, ficamos cheios de interrogações”, afirmou Iremar Antônio Ferreira, um dos coordenadores do movimento Viva o Rio Madeira Vivo.


