Atingidos pelas barragens de jirau cobram os seus direitos
Depois de uma rodada de conversas com a comunidade de Mutum Paraná e nas comunidades vizinhas atingidas pela barragem de jirau, em Rondônia. Ocorreu uma Assembléia para discutir a pauta de reivindicações para ser apresentada ao consórcio energia sustentável do Brasil (Enersus –GDF Suez).
Atingidos pelas barragens do Rio Madeira cobram direito ao reassentamento
Cerca de 300 famílias discutiram sobre os direitos dos atingidos na comunidade Joana D’Arc. Eles reivindicam o direito ao reassentamento e pleiteiam um plano de desenvolvimento local. As famílias reunidas ainda resistem à retirada forçada pela empresa Odebrecht, dona da barragem, que vem fornecendo apenas a carta de crédito (um valor em dinheiro) ou agrovilas urbanas, sem local de produção.
Brasil pretende construir seis represas en Perú
Son los proyectos de Inambari, Sumabeni, Paquitzapango, Urubamba, Vizcatan y Chuquipampa, con un costo total de 16 mil millones de dólares. El primer emprendimiento sería el de Inambari, en la confluencia de Madre de Dios, Cuzco y Puno, con un área de inundación de más de 46 mil hectáreas. El 75 por ciento de su energía, 2.000 MW, se destinaría al Brasil. Se advirtieron las consecuencias ambientales que producirían las hidroeléctricas.
Inundarán 19 colegios con hidroeléctrica del Inambari
Así lo denunció la Dirección Regional de Educación de Puno, que además expresó su rechazo al proyecto en un comunicado de prensa. El consorcio a cargo de la mega obra no aclaró sus intenciones de trasladar los asentamientos humanos que serán afectados por las inundaciones. Evandro Roberto Miguel, presidente del directorio del Proyecto Inambari, admitió que los estudios de reducción del embalse del agua, tienen como finalidad balancear los impactos negativos con los positivos.
Hidroeléctrica del Inambari: así no
El proyecto de la represa de Inanbari tendría una altura de 270 metros en plena selva peruana. La construcción de esa mega obra, tal cual está proyectada, inundaría a unos 40 poblados de los departamentos de Puno y Cusco. Esa central hidroeléctrica generará 2.000 megavatios de electricidad y la mayoría de la producción se la destinaría al Brasil, inversor del proyecto.
Rio Madeira: Denúncian na OEA as hidrelétricas Santo Antônio e Jirau
Ao contrariar frontalmente as aspirações e os direitos das comunidades afetadas e dos povos indígenas da Amazônia, das organizações ambientalistas e dos movimentos sociais, o Complexo Hidrelétrico do rio Madeira está criando um sério precedente que abrirá as portas para outros grandes projetos estruturantes na América do Sul que poderão exaurir os recursos naturais necessários à sobrevivência dos povos amazônicos.
Para manter a riqueza desse patrimônio biológico e das culturas imemoriais das comunidades e dos povos indígenas há a necessidade de ações coordenadas, harmônicas e integradas dos governos dos países americanos e a intervenção de instâncias internacionais como a dessa Comissão, para fazer valer os princípios que norteiam os direitos humanos.
“Governo deve ser acionado a responder sobre usinas do Madeira perante corte internacional”
O governo brasileiro, por meio da Advocacia Geral da União (AGU), e a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sulamericana (IIRSA) devem ser acionados para dar respostas sobre as usinas hidrelétricas do rio Madeira em uma corte internacional, na opinião os ambientalistas Rodrigo Siqueira e Luis Carlos Maretto, da Associação Etno-Ambiental Kanindé.
Obra do Madeira esbarra em tribos indígenas
Há três semanas, máquinas do consórcio Madeira Energia iniciaram as obras para a construção da hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, um dos principais empreendimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mas a obra, orçada em cerca de R$ 10 bilhões e considerada essencial para se evitarem apagões, pode esbarrar em um problema de cunho antropológico e até sofrer atrasos. Relatório interno da Fundação Nacional do Índio (Funai) obtido pelo GLOBO aponta referências a, pelo menos, cinco grupos de índios isolados na área de abrangência da usina.
Uma nota em favor dos Ameaçados pelo Complexo Madeira
A Campanha Popular Viva o Rio Madeira Vivo, composta por dezenas de entidades e pessoas comprometidas com a Justiça em Defesa dos Direitos Humanos, por uma Amazônia Sustentável, pelos Rios Livres de Barragens, da qual participam os segmentos sociais (indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pequenos agricultores, extrativistas e tantos outros) desta vasta região ameaçada pelas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, partes do Complexo Madeira, vem a público externar sua consternação com a violação dos direitos humanos ratificados pelo Governo Brasileiro na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que reza pela proteção integral da vida das populações tradicionais ameaçadas por empreendimentos altamente impactantes negativamente em suas vidas.



