Programa brasileiro de Aceleração do Crescimento

 

Governo tenta “convencer” índios de MT
a deixar explorar potencial hídrico

27/07/2008.- Entre os dias 8 e 12 de julho, índios das etnias rikbaktsa, cinta-larga, arara, apiaká, kayabi, munduruku e enawene nawe foram à cidade de Juína (MT) para participar de reuniões promovidas pela Funai e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Na pauta, novos pedidos de autorização para que técnicos do setor elétrico terminem seus levantamentos dentro das terras indígenas, e mensagens deixadas no ar a respeito da possibilidade do Exército interceder, caso necessário.
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Grandes obras com caráter fortemente econômico e
nada social. Entrevista especial com Glenn Switkes

São Leopoldo, 09/06/08.- Uma sucessão de tragédias pré-anunciadas está sendo viabilizada ou licenciada pelo governo brasileiro. São grandes obras com caráter fortemente econômico e nada social: as hidrelétricas do Rio Madeira, já liberadas e uma delas até leiloada, a hidrelétrica de Belo Monte, que em seu projeto, pretende alagar parte do Xingu e desabrigar milhares de indígenas daquela região, e uma usina nuclear chamada Angra 3.
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Uma nota em favor dos Ameaçados pelo Complexo Madeira

Uma nota em favor dos Ameaçados pelo Complexo Madeira

Rondônia, 01/06/08.- A Campanha Popular Viva o Rio Madeira Vivo, composta por dezenas de entidades e pessoas comprometidas com a Justiça em Defesa dos Direitos Humanos, por uma Amazônia Sustentável, pelos Rios Livres de Barragens, da qual participam os segmentos sociais (indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pequenos agricultores, extrativistas e tantos outros) desta vasta região ameaçada pelas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, partes do Complexo Madeira, vem a público externar sua consternação com a violação dos direitos humanos ratificados pelo Governo Brasileiro na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que reza pela proteção integral da vida das populações tradicionais ameaçadas por empreendimentos altamente impactantes negativamente em suas vidas.
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Carta Xingú vivo para sempre

Carta Xingú vivo para sempre

Nós, representantes das populações indígenas, ribeirinhas, extrativistas, dos agricultores e agricultoras familiares, dos moradores e moradoras da cidade, dos movimentos sociais e das organizações não-governamentais da Bacia do rio Xingu, nos reunimos no encontro Xingu Vivo para Sempre, realizado na cidade de Altamira (PA), entre os dias 19 e 23 de maio de 2008, para discutir, avaliar e denunciar as ameaças ao rio que nos pertence e ao qual pertencemos nós e reafirmar o modelo de desenvolvimento que queremos.
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Também estamos agredindo os indígenas

Também estamos agredindo os indígenas

Rondônia, 26/05/08.- Os povos indígenas há muito tempo não eram pauta assídua nos grandes jornais do país. Viraram notícia ao lutar por suas terras em Raposa Serra do Sol e agora porque “agrediram” um técnico da Eletrobrás que foi ao Xingu apresentar o projeto da Usina hidrelétrica de Belo Monte. São os índios que estão errados? Que impactos a usina de Belo Monte trará para os índios da região?
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Encontro Xingu Vivo para Sempre
“Os índios estão indignados e revoltados porque nunca
foram consultados a respeito de hidrelétricas no Xingu”

Encontro Xingu Vivo para Sempre  “Os índios estão indignados e revoltados porque nunca  foram consultados a respeito de hidrelétricas no Xingu”

Altamira, 21/05/08.- A comissão organizadora do Encontro Xingu Vivo para Sempre vem lamentar o episódio ocorrido nesta terça-feira, dia 20 de maio, no Ginásio Poliesportivo de Altamira, quando o representante da Eletrobrás e coordenador dos estudos de inventário da Usina Hidrelétrica de Belo Monte sofreu uma agressão que lhe ocasionou ferimentos. O evento reúne representantes de comunidades indígenas, ribeirinhas, agricultores e movimentos sociais para discutir os projetos hidrelétricos planejados para a Bacia do Rio Xingu.
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Diversidade, soberba e covardia marcam a
discussão do futuro do Xingu

Diversidade, soberba e covardia marcam a  discussão do futuro do Xingu

Altamira, 21/05/08.- O encontro tem o objetivo de criar um movimento unificado na bacia do Xingu para dialogar a respeito das grandes ameaças e do potencial para manter sua integridade.
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“Nobody has consulted us about dams” say Indians

The Xingu River is one of the main tributaries of the Amazon. The Indians say that damming it will destroy their way of life, ruin their health and kill the fish and animals they eat.
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Ambientalistas questionam mudanças no
projeto vencedor da usina de Jirau

A vitória da Suez Energy no leilão de Jirau suscitou dúvidas e preocupações nos ambientalistas de Rondônia, “Diante da possibilidade de mudanças, ficamos cheios de interrogações”, afirmou Iremar Antônio Ferreira, um dos coordenadores do movimento Viva o Rio Madeira Vivo.
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Resucita carretera fantasma en la Amazonia

Resucita carretera fantasma en la Amazonia

Río de Janeiro, 31/03/08.- La decisión del gobierno de Brasil de recuperar una carretera de casi 900 kilómetros en medio de la selva amazónica reabrió una acalorada discusión ambiental.
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Encontro dos Povos Indígenas: 19 anos de luta

Encontro dos Povos Indígenas: 19 anos de luta

São Paulo, 08/04/08.- Há quase duas décadas, índios se mobilizaram frente aos projetos de barragens no Xingu. Com a retomada desses planos, mais de mil indígenas se reunirão em novo encontro, a ser realizado no próximo mês.
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América Latina busca inversores para proyectos de infraestructura

Con apenas un nivel de inversión de 1,5 por ciento de su Producto Bruto Interno (PBI) en infraestructura, la región se encuentra a la caza de recursos que permitan poner en marcha proyectos públicos y privados para mejorar su competitividad.
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Luis Moreno, presidente do BID. “América Latina
tem que ampliar projetos em infra-estrutura”

Luis Moreno, presidente do BID. “América Latina  tem que ampliar projetos em infra-estrutura”

New York, 31/03/08.- “Não é só questão de dinheiro, mas de boas parcerias”, diz o presidente do BID, principal órgão investidor da região DE CADA quatro dólares que saírem dos cofres do Banco Interamericano de Desenvolvimento em 2008, um irá para o Brasil. O BID, principal banco de investimento da América Latina, elevou em 42% o dinheiro destinado ao país, um dos 26 sócios da instituição. A idéia, contou à Folha o presidente da entidade, Luís Alberto Moreno, é afrouxar o gargalo de infra-estrutura que ameaça não só o país mas todas as economias emergentes. A região investe hoje 2% de seu PIB no setor, ante 9% da China.
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Deságio em Jirau poderá ser menor que em Santo Antônio

Porto Velho, 01/04/08.- A nova atração do setor elétrico, depois do fracassado leilão de venda da Cesp, é a licitação de Jirau, segunda hidrelétrica do Rio Madeira, em Rondônia. Com o edital previsto para os próximos dias e o leilão para 9 de maio, o leilão da usina já começa a suscitar discussões entre alguns dos potenciais candidatos.
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Governo quer conter ações de movimentos

Sao Paulo, 16/03/08.- Para evitar prejuízos na economia, objetivo é barrar invasões em áreas prioritárias, como hidrelétricas, estradas e ferrovias. Serviço de inteligência da Presidência já monitora entidades, mas idéia agora é dar transparência a plano e trabalhar com ministérios.
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Madeira: Eletrobrás não terá maioria em Jirau

Brasilia, 14/03/08.- O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, garantiu ontem que a Eletrobrás, convertida agora em superestatal, não será majoritária em qualquer consórcio que disputará a usina hidrelétrica de Jirau, a segunda no Rio Madeira a ir a leilão. A venda está marcada para 9 de maio.
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Dia Internacional contra Barragens
Argentina e Brasil criticam lançamento de Garabi

Buenos Aires e Porto Alegre, 14/03/08.- Somam-se às denúncias pelos impactos sociais, econômicos e ambientais das represas de Salto Grande, Yacyretá e Itaipu. Alteração do microclima, perda de biodiversidade, proliferação de mosquitos e parasitas, destruição da pesca e aumento da pobreza e da desocupação, enfermidades e conflitos sociais são algumas conseqüências das represas na região.
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Voces críticas de Argentina y Brasil
ante el lanzamiento de Garabí

Voces críticas de Argentina y Brasil  ante el lanzamiento de Garabí

Buenos Aires y Porto Alegre, 14/03/08.- Se suman a los reclamos por los negativos impactos sociales, económicos y ambientales de las represas de Salto Grande, Yacyretá e Itaipú. Alteración del microclima, pérdida de biodiversidad, proliferación de mosquitos y parásitos, destrucción de la pesca, y aumento de la pobreza y desocupación, enfermedades y conflictos sociales, son algunas consecuencias de las represas en la región.
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Madeira: Exigen responsabilidad al BBVA y al Santander

Madrid, 11/03/08.- Denuncian la incoherencia del BBVA y el Santander al no aplicar en sus proyectos de Latinoamérica los compromisos que han firmado sobre RSC.
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Garabí: Por que governos e imprensa
só divulgam lado positivo?

Garabí: Por que governos e imprensa  só divulgam lado positivo?

Porto Alegre, 22/02/2008.- “Euforia” foi a palavra empregada por uma fonte do governo estadual para explicar o porquê de ter sido divulgado hoje na imprensa gaúcha as palavras do secretário-geral de governo, Delson Luiz Martini, de que “Garabi sai”.
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Governo Lula insiste em desperdiçar recursos públicos

Porto Alegre, 26/02/2008.- O governo Lula, dito de esquerda, decepciona como quando em visita recente à Argentina. Além do acordo sobre a retomada do projeto da UHE Garabi, ficou acertado um acordo na área de energia nuclear. Duas formas sabidamente “sujas” de produção de energia, ultrapassadas, com projetos datados até 30 anos.
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Moradores fazem protesto contra
degradação do São Francisco

Moradores fazem protesto contra  degradação do São Francisco

Pernambuco, 11/02/08.- Grupo de 50 pessoas de Pernambuco e da Bahia participou do evento. Objetivo do encontro é tentar evitar a degradação da região.
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Camargo Corrêa fará obras do Projeto São Francisco

Brasilia, 7 fevereiro 2008.- A empresa do setor de construção civil do grupo Camargo Corrêa venceu a licitação para a execução das obras civis do lote 9 do Projeto de Integração da Bacia do São Francisco às bacias do Nordeste Setentrional, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional.
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No primeiro ano, governo consegue iniciar 62%
das obras previstas no PAC

Cerca de 62% das ações incluídas pelo governo no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) conseguiram sair do papel e tiveram suas obras pelo menos iniciadas ainda em 2007.
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Carnaval na floresta

Carnaval na floresta

O presidente vai promover o maior fuzuê na floresta com o seu Programa de Aceleração do Crescimento, o famoso PAC. Construções nas áreas de transporte, saneamento, gasodutos, urbanização e energia devem movimentar mais de R$ 500 bilhões nos próximos anos. Tudo isso aponta para a cada vez mais desmatada Amazônia, onde estão os grandes rios e cachoeiras ainda disponíveis para matar a sede energética nacional.
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Trasvase del río São Francisco

Trasvase del río São Francisco

Lula choca con los movimientos sociales al iniciar 800 kilómetros de canales para llevar agua a la región más seca de Brasil. Denuncian que sólo el 4% será destinado para consumo humano.
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