Hidrelétricas no Madeira: a atual conjuntura
na visão de Iremar Antonio Ferreira
Rondônia, 16/12/08.- Iremar Antonio Ferreira, ativista em movimentos sociais desde a adolescência, com formação acadêmica em Antropologia Aplicada, especialista em História pela Universidade de Rondônia e mestrando em desenvolvimento regional, percorreu um longo caminho territorial e temporal para chegar à atual luta pela conservação do rio Madeira, ameaçado pelo Complexo Hidroelétrico de Jirau e Santo Antonio, em Rondônia.
Madeira: contrução de usina em Rondônia
já matou três toneladas de peixes
Porto Velho, 16/12/08.- Peixes do Madeira estão morrendo por falta de oxigenação da água em consequência das obras da Hidrelétrica de Santo Antônio.
Pedem o afastamento do presidente do
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente
Brasília, 12/12/08.- Roberto Messias e Sebastião Custódio devem responder por improbidade administrativa pela concessão da licença de instalação parcial da Usina Hidrelétrica de Jirau no rio Madeira.
Desastre ambiental em Rondônia
Rondônia, 15/12/08.- A podridão e a fedentina causadas pela mortandade dos peixes já nesta primeira fase da obra no rio Madeira são de tal magnitude que os funcionários da Madeira Energia estão improvisando máscaras.
Justiça Federal suspende obras da
hidrelétrica de Jirau no Madeira
Porto Velho, 22/11/08.- A Justiça Federal determinou a imediata suspensão da Licença Parcial de Instalação concedida pelo Ibama à empresa Energia Sustentável do Brasil S/A, para instalação do canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau.
Madeira: a liberdade pede passagem
Rondônia, 18/11/08.- O Complexo Madeira, menina dos olhos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal do Brasil, quebra a liberdade das populações moradoras no Rio Madeira em Rondônia.
Atentado à vida dos povos em situação de
isolamento e risco na Amazônia
Porto Velho, 5/11/08.- A Amazônia é hoje uma das regiões brasileira de maior importância política e econômica para o Brasil e para o mundo. O mercado globalizado continua insistindo em olhar com cobiça para os recursos naturais e os espaços vazios com estoques de terra a serem explorados e ocupados. Os grandes projetos são, ironicamente, planejados em nome de um “progresso” que ignora, esquece, explora, desmata, queima e mata. Eles aceleram o aquecimento global (mudanças climáticas), que também é o fator exigente para retomada dos grandes projetos de produção de energia na Amazônia.
Ministério Público ameaça processar
diretoria do Ibama
Brasilia, 28/10/2008.- O Ministério Público Federal advertiu o Ibama que poderá questionar a probidade administrativa de seus diretores caso seja concedida licença ambiental às obras da usina de Jirau sem realização de novos estudos.
Obra do Madeira esbarra em tribos indígenas
Rondônia, 21/10/08.- máquinas do consórcio Madeira Energia iniciaram as obras para a construção da hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira. La obra, pode esbarrar em um problema de cunho antropológico. A pelo menos, cinco grupos de índios isolados na área de abrangência da usina.
Quatro obras da Odebrecht
causam polêmicas no Equador
São Paulo, 29/08/08.- A construtora Norberto Odebrecht, responsável pelo consórcio que vai gerir as obras e administrar a hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira (RO), está envolvida em problemas referente à construção de três usinas no Equador e um projeto de irrigação.
“Governo deve ser acionado a responder sobre usinas
do Madeira perante corte internacional”
São Paulo, 19/09/08.- O governo brasileiro, por meio da Advocacia Geral da União (AGU), e a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sulamericana (IIRSA) devem ser acionados para dar respostas sobre as usinas hidrelétricas do rio Madeira em uma corte internacional, na opinião os ambientalistas Rodrigo Siqueira e Luis Carlos Maretto, da Associação Etno-Ambiental Kanindé.
Rio Madeira: “Poder político está
desrespeitando a legislação ambiental”
São Paulo, 28/08/2008.- Ambientalistas da organização Kanindé, que denunciam as Usinas Hidrelétricas do Rio Madeira no Tribunal Latinoamericano da Água por violação dos direitos indígenas.
Grandes obras com caráter fortemente econômico e
nada social. Entrevista especial com Glenn Switkes
São Leopoldo, 09/06/08.- Uma sucessão de tragédias pré-anunciadas está sendo viabilizada ou licenciada pelo governo brasileiro. São grandes obras com caráter fortemente econômico e nada social: as hidrelétricas do Rio Madeira, já liberadas e uma delas até leiloada, a hidrelétrica de Belo Monte, que em seu projeto, pretende alagar parte do Xingu e desabrigar milhares de indígenas daquela região, e uma usina nuclear chamada Angra 3.
Uma nota em favor dos Ameaçados
pelo Complexo Madeira
Rondônia, 01/06/08.- A Campanha Popular Viva o Rio Madeira Vivo, composta por dezenas de entidades e pessoas comprometidas com a Justiça em Defesa dos Direitos Humanos, por uma Amazônia Sustentável, pelos Rios Livres de Barragens, da qual participam os segmentos sociais (indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pequenos agricultores, extrativistas e tantos outros) desta vasta região ameaçada pelas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, partes do Complexo Madeira, vem a público externar sua consternação com a violação dos direitos humanos ratificados pelo Governo Brasileiro na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que reza pela proteção integral da vida das populações tradicionais ameaçadas por empreendimentos altamente impactantes negativamente em suas vidas.
Também estamos agredindo os indígenas
Rondônia, 26/05/08.- Os povos indígenas há muito tempo não eram pauta assídua nos grandes jornais do país. Viraram notícia ao lutar por suas terras em Raposa Serra do Sol e agora porque “agrediram” um técnico da Eletrobrás que foi ao Xingu apresentar o projeto da Usina hidrelétrica de Belo Monte. São os índios que estão errados? Que impactos a usina de Belo Monte trará para os índios da região?
Ambientalistas questionam mudanças no
projeto vencedor da usina de Jirau
Rondônia 21/05/08.- A vitória da Suez Energy no leilão de Jirau suscitou dúvidas e preocupações nos ambientalistas de Rondônia, “Diante da possibilidade de mudanças, ficamos cheios de interrogações”, afirmou Iremar Antônio Ferreira, um dos coordenadores do movimento Viva o Rio Madeira Vivo.
Deságio em Jirau poderá ser menor
que em Santo Antônio
Porto Velho, 01/04/08.- A nova atração do setor elétrico, depois do fracassado leilão de venda da Cesp, é a licitação de Jirau, segunda hidrelétrica do Rio Madeira, em Rondônia. Com o edital previsto para os próximos dias e o leilão para 9 de maio, o leilão da usina já começa a suscitar discussões entre alguns dos potenciais candidatos.
Madeira: Eletrobrás não terá maioria em Jirau
Brasilia, 14/03/08.- O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, garantiu ontem que a Eletrobrás, convertida agora em superestatal, não será majoritária em qualquer consórcio que disputará a usina hidrelétrica de Jirau, a segunda no Rio Madeira a ir a leilão. A venda está marcada para 9 de maio.
Madeira: Exigen responsabilidad al BBVA y al Santander
Madrid, 11/03/08.- Denuncian la incoherencia del BBVA y el Santander al no aplicar en sus proyectos de Latinoamérica los compromisos que han firmado sobre RSC.






