DEFORESTACIÓN
Mato Grosso lidera a devastação da floresta
16/07/2008.- O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou ontem, com quase um mês de atraso, os novos números do desmatamento da Amazônia. Pelo sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), 1.096 km da floresta vieram abaixo. Pelo mapeamento ficou comprovado cientificamente que houve corte raso ou degradação progressiva durante o último mês de maio. Novamente o Estado do Mato Grosso liderou a devastação ambiental.
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Alta da soja põe em xeque pacto na Amazônia
Sao Paulo, 07/03/2008.- O aquecimento do mercado internacional de soja pode levar as grandes tradings do setor a rediscutir alguns tópicos da moratória que proíbe a compra de grãos de áreas da Amazônia. A guinada na demanda pela commodity, que tem provocado recordes sucessivos nos preços, já levanta questionamentos sobre algumas “amarras” do acordo.
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A devastação da Amazônia
Entre agosto e dezembro de 2007, foram devastados 7.000 quilômetros quadrados de florestas, segundo estimativas do governo, o que representa dois terços da taxa anual.
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Degradação da Amazônia é reprise do
que fizeram em MS nos anos 60
Campo Grande, 6 fevereiro 2008.- Alcides Faria, diretor executivo da ong Ecoa, fala sobre a expansão sucroalcooleira no Estado e porquê persiste na tese de que no Pantanal não se deve plantar cana-de-açúcar. Na entrevista diz que a Amazônia repete o que já aconteceu em Mato Grosso do Sul a respeito do desmatamento.
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Combate ou incentivo ao desmatamento?
São Paulo, 4 fevereiro 2008.- Independentemente de picos ou baixas, o desmatamento não é uma conjuntura, e sim uma doença crônica. Medidas de cunho emergencial, com base no alarde do momento, podem sair pela culatra. Não há como resolver um problema complexo -o da expansão da fronteira- no curto prazo.
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